sexta-feira, 13 de junho de 2014

O Segredo do numero 7 - Capitulo 2 - Parte 1



“O Fim Revelado no Inicio”  “O Inicio Revelado no Fim”

Qual o Significado Profético do Descanso de Deus no 7.º dia?  

1º O FIM REVELADO NO PRINCIPIO

POR QUE O NÚMERO 7 APARECE TANTO NAS PROFECIAS “e especialmente nos livros que abrem e fecham a Bíblia”? - O último livro da Bíblia Apocalipse cita o número 7 mais de 50 vezes, em apenas 22 capítulos.

Alguns exemplos: 7 Igrejas, 7 Espíritos de Deus, 7 lâmpadas, 7 estrelas, 7 tochas de fogo, livro com 7 selos, 7 chifres do Cordeiro, 7 olhos, 7 anjos, 7 trombetas, 7 trovões, 7 cabeças do dragão, 7 cabeças da besta, 7 taças da ira de Deus, 7 montanhas, etc. Por que essa preferência pelo número 7? O que Deus pretende nos dizer com isto?  

Também no primeiro livro da Bíblia (= Gênesis), o número 7 aparece mais de 50 vezes. São tantas citações que não dá para saber onde esse número aparece mais (se em Gênesis ou em Apocalipse), justamente os livros que abrem e fecham a Bíblia. Seria por acaso? Ou os acontecimentos do fim serão parecidos com os do principio? 
1.1 - O Arrebatamento de Enoque e o Dilúvio (Gênesis 5-7).
Jesus declarou que os dias de sua Segunda Vinda seriam parecidos com “os dias de Noé” (Mateus 24.37-38);

1.2 - A destruição de Sodoma e Gomorra (Gênesis 19).
Jesus também comparou o fim dos tempos aos “dias de Ló” (Lucas 17.28-29);

1.3 - O Casamento de Isaque e Rebeca (Gênesis 24) é uma profecia perfeita do futuro encontro entre Cristo e a Igreja

1.4 - A humilhação e exaltação de José (Gênesis 37-45) é uma profecia perfeita da história de Israel, presente, passada e futura. 

2º OLHANDO PARA O FUTURO COMO SE FOSSE PASSADO

2.1) De acordo com Isaias 46.10, Deus conhece o fim desde o princípio. Uma estranha realidade – Algumas profecias foram escritas como já tivessem acontecido, como se Deus visse o futuro olhando para o passado. Em Isaias 53, falando sobre o sacrifício de Jesus no Gólgota, o profeta usa várias expressões no passado – embora estivesse falando de coisas que iriam acontecer 700 anos depois.   

“Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e carregou com as nossas dores; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas, cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de todos nós. Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a boca; como um cordeiro que é levado ao matadouro, e como a ovelha que é muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a boca.” Como se estivesse vivendo DO FIM PARA O COMEÇO.  

2.2) Uma estranha forma de se escrever - em hebraico se escreve da direita para a esquerda (na nossa visão: DO FIM PARA O COMEÇO); Olhando para qualquer Atlas, vemos que o Oriente fica do lado direito e o Ocidente do lado esquerdo, ou seja, o sol nasce do lado que deveria se por, isto é, o sol nasce do lado direito e se põe do esquerdo. Mais uma vez: DO FIM PARA O COMEÇO. 

2.3) Na Bíblia, o lado direito está ligado ao PRINCIPIO (e as coisas positivas) e o esquerdo ao FIM (e às coisas negativas). Numa das recentes traduções da Bíblia (Revisada de Almeida) há 98 versículos onde aparece a palavra DIREITO, e 169 onde aparece a palavra DIREITA, e somente 79 versículos onde aparecem as palavras ESQUERDO ou ESQUERDA e somente duas vezes a palavra CANHOTO. 

2.4) O grande tradutor de antigos textos hebraicos, Rabino Adin Steinsaltz, um homem a quem a revista americana TIME descreveu como “erudito como ele, surge um em cada milênio” declarou certa vez que, “na Bíblia o tempo está às avessas”, e explicou que “o futuro é sempre escrito no pretérito perfeito, e o passado é sempre escrito no futuro do presente.” Outra declaração dele causou mais polêmica: “Talvez estejamos nos movendo contra a corrente do tempo”. Ele quis dizer que as leis da física são “simétricas no tempo”, ou seja, na linha temporal elas correm tanto para trás quanto para a frente. 

3º A RELAÇÃO GÊNESIS E APOCALIPSE

Os últimos capítulos de Apocalipse contêm um contraste assombroso com os primeiros capítulos de Gênesis. Gênesis fala da criação do sol, da entrada do pecado no mundo, da proclamação da maldição, do triunfo de Satanás, e da exclusão da "árvore da vida". Apocalipse fala de um lugar onde não haverá pecado nem maldição, onde Satanás será vencido, e onde haverá acesso à " árvore da vida". 

3.1) A primeira palavra do Gênesis: “No princípio criou Deus os céus e a terra.” Gn 1:1; Uma última palavra do Apocalipse é: “Vi novo céu e nova terra.” Ap 21:1. 

3.2) GN: “Ao ajuntamento das águas chamou Mar.” Gn 1:10; AP: “ E o mar já não existe.” Ap 21:1.  

3.3) GN: “Às trevas chamou noite.” Gn 1:5; AP: “Lá não haverá noite.” Ap 21:25. 

3.4) GN: “Deus fez os dois grandes luzeiros (sol e lua).” Gn 1:16; AP: “A cidade não precisa nem do sol, nem da lua, pois a Glória de Deus a iluminou.” AP 21:23. 

3.5) GN: “No dia em que dela comeres, morrerás.” Gn 2:17; AP: “Não haverá mais morte.” AP 21:4.

3.6) GN: “Multiplicarei sobremodo as tuas dores.” Gn 3:16; AP: “Não mais haverá sofrimentos.” Ap 21:4. 

3.7) GN: “Maldita é a terra por tua causa.” Gn 3:17; AP: “Não mais haverá maldição.” Ap 22:3. 

3.8) GN: Satanás aparece como o enganador da humanidade, Gn 3:1,4; AP: “Satanás desaparece para sempre, Ap 20:10. 

3.9) Há uma relação entre os 3 primeiros capítulos do Gênesis  e os 3 últimos do Apocalipse; e o 7.º capítulo da Bíblia se parece com o 7.º contando do fim para o começo (Apocalipse 16) – ambos falam em Julgamento global e citam coleções de coisas envolvendo o número 7 (7 pares dos animais puros, 7 dias, 7 taças da ira, etc). 

3.10) GN: “O homem foi afastado da Árvore da Vida, Gn 3:22-24; AP: “Reaparece a Árvore da Vida, Ap 22:2. 

3.11) GN: “O homem afastou-se da presença de Deus, Gn 3:24; AP: “Verão Sua face.”Ap. 22:4. 

 3.12) GN: “A primeira habitação do homem foi um jardim à beira de um rio, Gn 22:10; AP: “A eterna habitação do homem redimido será ao lado de um rio que corre para sempre do trono de Deus, Ap 22:1. 
3.13) Há uma relação entre os 3 primeiros capítulos do Gênesis  e os 3 últimos do Apocalipse; e o 7.º capítulo da Bíblia se parece com o 7.º contando do fim para o começo (Apocalipse 16) – ambos falam em Julgamento global e citam coleções de coisas envolvendo o número 7 (7 pares dos animais puros, 7 dias, 7 taças da ira, etc). 
3.14) O 14.º capítulo de Gênesis (uma guerra envolvendo o Iraque (Sinear) se parece com o 14.º (do fim para o começo – Apocalipse 9), que envolve o rio Eufrates (no Iraque).  

3.15) O 6.º capítulo de Gênesis é o 6.º capitulo do inicio para o fim desse mesmo livro, e nesse capitulo fala da corrupção do gênero humano, o 17º capitulo de Apocalipse  fala também da corrupção universal, esse 17º capitulo é também o  6º capitulo contado de traz para frente do capitulo 22º para o 17º .
Ambos falam da corrupção no 6º capitulo Gênesis de frente para traz apocalipse de traz para frente.

4º POR QUE DEUS PRECISOU DE 7 DIAS PARA CRIAR O MUNDO?

Ele não poderia criar tudo em milésimos de segundos (mais rápido do que um piscar de olhos)? E os dias da Criação, foram dias normais de 24 horas ou um período maior? Outro enigma: Por que a Bíblia diz que Deus descansou no 7.º dia? Como o Todo-Poderoso foi se cansar? Jesus disse certa vez: “Meu Pai trabalha até agora e Eu trabalho também” (João 5.17). O 7.º dia é chamado na Bíblia de SÁBADO DO SENHOR (Êxodo 20.10) e é frequentemente citado no Antigo Testamento. No Novo Testamento  o dia mais citado não é o Sábado, mas a 2.ª VINDA DE CRISTO, chamada pelos profetas de “O DIA DO SENHOR”. Será que o Sábado tem alguma relação com o Retorno de Cristo?

5º QUANDO DEUS MEDE O TEMPO NA BÍBLIA SEMPRE USA O PADRÃO 7

É o sistema de maior predominância na Bíblia – qualquer análise da Bíblia (por mais superficial que seja) é capaz de notar essa “predominância incrível de setes”. Ao observarmos os cuidados de Deus com Israel, notamos que:

5.1) cada 7.º dia, os judeus guardavam um dia de descanso (=O Sábado);

5.2) A cada 7 anos, havia o ano sabático, quando a terra ficava de descanso. Nenhuma semeadura, nem colheita ou poda de vinhedos. Deus prometia dar bastante no 6.º ano, que sobrava para o 7.º, e todos descansavam durante um ano.

5.3) A cada 49 anos (7 x 7), havia o ano do Jubileu, após o 7.º ano sabático. Isto significava dois anos seguidos de descanso.

5.4) 7 semanas após a festa da Páscoa, havia a festa de Pentecostes (= ou festa das semanas), e mais um descanso. A palavra “Pentecostes” significa “QUINQUAGÉSIMO”, ou 50.º.

5.5) O 7.º mês do Calendário Judaico é especialmente sagrado, tendo 3 festas, e novamente um período de descanso.

5.6) Deus estabeleceu exatamente 7 Festas para serem comemoradas anualmente por Israel: 3 no primeiro mês (= Páscoa, Pães Asmos e Primícias); 3 no 7.º mês (=Trombetas, Dia da Expiação e Tabernáculos) e uma no meio (= Pentecostes).

5.7) As duas primeiras festas (= Páscoa junto com os Pães Asmos) duravam 7 dias e a última (= dos Tabernáculos), também durava 7 dias.

5.8) Nas duas primeiras festas eram sacrificados 14 cordeiros (7 + 7) diariamente; no Pentecostes 7 cordeiros eram sacrificados; na 7.ª festa (= dos Tabernáculo), eram sacrificados 98 cordeiros (7 + 7 x 7), 70 novilhos (10 x 7), 14 carneiros (7 + 7) e 7 bodes. Observe que tudo segue o padrão 7.

5.9) De todas as festas, a dos Tabernáculo mais se destacava, pelo fato de ser a festa do descanso sabático. Observem bem: Essa festa era a 7.ª, durava 7 dias e acontecia no 7.º mês. Nos próximos capítulos estudaremos detalhadamente a profecia oculta nessas 7 festas.

6º UM DIA NO PONTO DE VISTA DE DEUS

É claro que Deus olha o tempo de uma forma totalmente diferente da nossa. Há especialmente duas passagens bíblicas que revelam essa perspectiva divina.  

6.1) Salmo 90 – “Porque mil anos aos teus olhos são como o dia de ontem que passou, e como uma vigília da noite”. 

6.2) II Pedro 3.8: “Amados, não ignoreis uma coisa: UM DIA PARA O SENHOR É COMO MIL ANOS E MIL ANOS COMO UM DIA”.  

7º O 7.º MILÊNIO DESDE ADÃO

É uma surpresa para muitos quando falamos em 7.º Milênio, visto que (aparentemente) ainda estamos no inicio do Terceiro. Será mesmo? 

7.1) De acordo com a cronologia bíblica, desde os dias de Adão até o nascimento de Jesus se passaram aproximadamente 4000 anos (= ou 4 dias na perspectiva divina). De Jesus até agora, mais 2000 anos (= ou 2 dias). Isto quer dizer que já se passaram 6.000 anos (6 dias) desde Adão, e o 7.º dia (= 7.º Milênio) começou recentemente, ou seja, em 2001. O 3.º milênio desde Cristo é ao mesmo tempo o 7.º desde Adão. Mas devemos encarar esses cálculos como aproximados, pois há várias controvérsias envolvendo o nosso calendário. Não existe nenhuma base bíblica ou matemática para calcularmos a data do Retorno de Cristo. As evidências proféticas e numéricas indicam a época dos acontecimentos finais, e não a data exata. 

Estamos dentro de 7.000 anos desde Adão, mas só Deus sabe quando se encerrará definitivamente o tempo do homem. A razão para ficarmos com a respiração suspensa diante do inicio deste 3.º (e 7.º) Milênio é que existem outros fatores que falam uma linguagem ainda mais clara. 

7.2) O maior sinal de que chegamos aos tempos proféticos (= ou seja, ao FINAL DOS TEMPOS) tem a ver com O RETORNO DOS JUDEUS À SUA ANTIGA PÁTRIA – Todas as profecias indicam que o fim dos tempos começará quando o povo de Israel estiver de volta à sua terra. São as profecias mais claras da Bíblia – tão claras que nenhuma interpretação se faz necessária. Os fatos são que os judeus passaram quase 2000 anos fora de sua terra, e agora, justamente agora, diante da chegada do 7.º Milênio, ELES ESTÃO DE VOLTA. Seriam somente coincidências? 
  
7.3) Em Oséias 6.1-2, está escrito: “Vinde, e tornemos para o Senhor, porque ele despedaçou e nos sarará; fez a ferida, e no-la atará. Depois de dois dias nos ressuscitará: ao terceiro dia nos levantará, e viveremos diante dele.” Esta é uma oração profética do povo de Israel, relacionada à Dispersão e ao Retorno dos judeus. “DEPOIS DE DOIS DIAS (= isto é, 2000 anos)”. Os fatos são: A Dispersão dos judeus começou no momento em que rejeitaram Cristo (anos 32-33 da Era Cristã) e se consumou no ano 70 (com a invasão e destruição de Jerusalém). Somente no ano de 1948, com a criação e Independência do novo Estado de Israel, os judeus começaram a retornar para a sua terra, ou seja, após 1878 anos.  

O Segredo do Numero 7 - Capitulo 2 - Parte 1





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