terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

UNIVERSALISMO

No Antigo Testamento aparecem certos impulsos universalistas (Gênese 22,18 Isaías 2,2-4 Miquéias 4,1-3). 

Anuncia-se até a conversão dos pagãos (Isaías 66,18-24 Zacarias 2,15 Malaquias 1,11). Recordam-se personagens que não pertencem ao povo bíblico (Gênese 14,18 Josué 2,1 Rute 4,10).


Mas predomina a tendência ao fechamento, para não se contaminar (Deuteronômio 7,1-8 Êxodo 19,5).



Segundo os Evangelhos, Cristo nega-se a fazer apostolado entre os pagãos (Mateus 10,5 Mateus 15,24 Marcos 7,27). Acolhe, contudo, alguns estrangeiros (Mateus 8,5-10 Mateus 15,28). Ante a recusa dos judeus, anuncia a passagem aos gentios (Mateus 21,43 Lucas 13,28). Após a ressurreição aparece a missão universalista (Mateus 28,19 Marcos 16,15 Atos 1,8).



A redação dos Evangelhos deixa transparecer a preocupação por afirmar o universalismo; magos (Mateus 2,1-12), centurião romano (Marcos 15,39), Simeão (Lucas 2,29-32).



O universalismo da Igreja foi uma dura conquista (Atos 8,5 10,1-11,26; Atos 15,1-33 Gálatas 2,1-14 Gálatas 5,11 Efésios 1,1s; Colossenses 1,15-29).



O Apocalipse vê todas as raças na Jerusalém celeste (Apocalipse 7,9 Apocalipse 21,24-26).

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