terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

SERPENTE

Havia muitas serpentes venenosas na Palestina (Amós 5,19 Provérbios 30,19 Salmo 140,4). Segundo a opinião popular alimentavam-se de pó (Gênese 3,14 Miquéias 7,17 Isaías 65,25).


Oséias israelitas associavam serpentes e espíritos maus. Ela era símbolo do mal e da desgraça (Gênese 3,1-5 Isaías 27,1 Sl 74,13s; Jó 3,8), da falsidade (Gênese 49,17), da astúcia (Gênese 3,1 Mateus 3,7 Mateus 10,16 Mateus 23,33); constituindo, por isso, um perigo mortal (Eclesiástico 21,2 Provérbios 23,32).



Também em Israel havia encantadores de serpentes (Salmo 58,5s; Jeremias 8,17 Eclesiastes 10,11 Eclesiástico 12,13 Tiago 3,7).



Entre os orientais, certas serpentes são adoradas, como deuses da fecundidade e transmissores da vida (emblemas fálicos). Por isso, no templo se adorava a serpente de bronze (Números 21,4-9 2Reis 18,4 Cântico dos Cânticos 16,7). Cristo, pendurado na árvore da morte (a cruz) é a serpente que dá a vida (João 8,28 12,32s), vencendo a serpente que se pendurara na "árvore da vida" (Gênese 3,1s).

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